Fábrica de ração chega à ONG Adota Patos e deve ampliar atendimento a animais em situação de vulnerabilidade
Em entrevista concedida ao Pode Conversar no dia 21 de abril e prevista para ir ao ar em 2 de maio, Segundo Domiciano afirmou que a instalação de uma fábrica de ração na ONG Adota Patos representa um avanço concreto para ações de apoio à causa animal no município. Segundo ele, o equipamento já chegou à entidade e está em fase de instalação para iniciar a produção de alimento destinado a cães e gatos.
Na fala, Domiciano atribuiu a iniciativa a uma articulação conjunta com o vereador Rafael da Policial, a quem reconheceu ligação direta com a causa animal. Médico veterinário de formação, ele disse ter assumido o compromisso de buscar recursos para viabilizar o projeto após tomar conhecimento da proposta. Segundo relatou, a expectativa é que a produção de ração permita atender animais em situação de rua e também aqueles mantidos por tutores em condição de vulnerabilidade social.
De acordo com Domiciano, a distribuição deverá ocorrer por meio de cadastro, cuja operacionalização ainda será detalhada. A intenção, segundo ele, é alcançar famílias que cuidam de vários animais e enfrentam dificuldades para manter a alimentação regular. Na entrevista, ele ressaltou que a chegada da estrutura à ONG seria a prova de que a ação deixou o campo das promessas e começou a se materializar.
Além do atendimento em Patos, Domiciano também mencionou a possibilidade de expansão do modelo para outras regiões da Paraíba. Ele citou municípios como Sumé, Serra Branca, Bayeux e Santa Luzia como exemplos de localidades que poderiam receber iniciativas semelhantes no futuro, caso o projeto avance. A proposta, segundo afirmou, é transformar a experiência em uma política mais ampla de apoio à causa animal no estado.
Ao relacionar a iniciativa com sua trajetória política, Domiciano declarou que pretende ampliar ações que, segundo ele, já vêm sendo executadas mesmo sem mandato. Na entrevista, mencionou ainda projetos voltados à saúde, à causa animal e ao homem do campo, defendendo que a fábrica de ração em Patos pode servir como ponto de partida para outras medidas de alcance regional.