A comunidade da Escola Estadual José Heitor de Sousa Mangueira, localizada no município de Conceição, no Sertão da Paraíba, iniciou uma mobilização após mudanças realizadas na equipe gestora da instituição.

De acordo com o documento elaborado pela comunidade escolar, foram afastados de suas funções a diretora Raniedja Ranielly Benício Fernandes Braga, a coordenadora Harlene Alves de Lima e o secretário Idalescio Allefy Soares da Costa. A decisão causou preocupação entre estudantes, familiares, professores e demais integrantes da escola, que defendem a continuidade do trabalho desenvolvido pelos profissionais.

Como forma de manifestar esse posicionamento, membros da comunidade organizaram um abaixo-assinado direcionado ao Governo do Estado da Paraíba. No documento, eles solicitam que as mudanças sejam reavaliadas e destacam a atuação da antiga equipe em projetos e atividades voltados à melhoria do ambiente escolar e ao desenvolvimento dos estudantes.

Segundo os responsáveis pela mobilização, a equipe vinha mantendo uma relação próxima com alunos, professores, funcionários e familiares. O grupo também afirma que os profissionais contribuíam para a organização da instituição e para a realização de ações pedagógicas e administrativas.

O abaixo-assinado pede a recondução dos três profissionais aos respectivos cargos e solicita que futuras nomeações para funções de gestão na rede estadual considerem critérios relacionados à experiência, à competência técnica e ao interesse da comunidade escolar.

A mobilização vem sendo compartilhada entre integrantes da comunidade e busca abrir um espaço de diálogo com o Governo do Estado. A expectativa dos participantes é que o pedido seja analisado e que uma solução seja construída de forma respeitosa, levando em consideração o funcionamento da escola e o bem-estar dos estudantes.

Nota de respeito e proteção: em respeito à privacidade dos estudantes, os nomes e as assinaturas presentes nas páginas do abaixo-assinado foram borrados nas imagens utilizadas na publicação. A medida busca preservar a identidade dos alunos, especialmente por se tratar de possíveis menores de idade.